19 October, 2018, 12:16

Sofia Esteves, do mínimo à DMRH!

Itaquera, extremo leste de São Paulo. Sofia sai de casa e começa a trabalhar em uma loja de móveis para pagar o tão sonhado curso de psicologia. No fim da faculdade, uma amiga lhe apresenta uma empresa de consultoria em recursos humanos para que ela pudesse estagiar. Essa era, até então, uma área inédita para Sofia.

O jornal da manhã estampava uma vaga. Entrevista marcada. Quase duas horas de espera na sala da recepção. Quando o diretor aparece, a surpresa: “já contratamos alguém mais experiente”. Diante da recusa, uma despedida e uma segunda chance.

Três meses de experiência como assistente por menos de um salário mínimo em um banheiro reformado. Em 15 dias se tornara consultora. Em um ano, gerente. Nova empresa, novos desafios. Autoridade questionada. Valores morais à prova. Havia chegado a hora de montar seu próprio negócio.

Com muito estudo e poucos recursos, nascia a Decision Making, que depois virou DM. Altos, baixos e altos novamente. É criado o trabalho voluntário em universidades para orientar profissionalmente os universitários sobre as diferenças entre uma empresa nacional e multinacional.

Alô, Sofia, é o diretor da Gessy Lever (agora Unilever), quero terceirizar um programa de trainees. Sua experiência pode nos ajudar”. Negócio fechado. Surgia a Cia de Talentos sob o lema que conhecimentos técnicos podem ser treinados no dia a dia. Alma e valores não.

Investir naquilo que jovem empreendedora acreditava, empregou mais de 200 funcionários, marcou presença em 40 países e gerou um faturamento de 31 milhões de reais à DMRH.  

 

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